As empresas também se comprometeram a orientar desenvolvedores sobre a nova medida. Os programadores devem deixar explícito aos consumidores quais são as informações privadas às quais os apps terão acesso, como elas serão utilizadas e qual o tipo de compartilhamento será feito quando forem coletadas. "A privacidade não deveria ser o custo para o uso de aplicativos móveis", criticou o procurador-geral da Califórnia, General Harris, em nota.
O acordo é válido mundialmente e, de acordo com Harris, cobre "a maioria das empresas de aplicativos móveis do mercado". O Departamento de Justiça estima que, somados, os apps disponíveis nas lojas dos sistemas operacionais da Apple e do Google cheguem a um milhão.
A notícia ganha importância em razão dos recentes escândalos relacionados ao envio de informações pessoais de usuários móveis nos EUA, como as denúncias envolvendo a empresa Carrier IQ e algumas operadoras americanas.
Fonte: .tiinside.






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