A cantora Madonna lançou nesta segunda-feira "Girl Gone Wild", o segundo single de seu novo disco, "MDNA", que será lançado em todo o mundo no dia 26 de março. Ainda sem data de estreia, o clipe da música foi dirigido na semana passada pela dupla de fotógrafos Mert & Marcus. O lançamento de "Girl Gone Wild" é mais uma boa notícia para os fãs da diva. O mês de fevereiro foi repleto de novidades. No dia 3, ela lançou o clipe da música "Give Me All Your Luvin'", primeiro single do novo álbum. A faixa foi composta por Martin Solveig e Michael Tordjman. Madonna contou com a participação das cantoras M.I.A. e Nicki Minaj. Mas uma polêmica surgiu junto com o lançamento. Madonna começou a ser acusada de plágio nas redes sociais. A introdução de "Give Me All Your Luvin'" é semelhante ao refrão de "L.O.V.E Banana", do músico brasileiro João Brasil, que conta com a participação da vocalista da banda CSS, Lovefoxxx. Nova turnê - a artista divulgou as primeiras datas da turnê mundial que vai promover o disco "MDNA" no dia 7 de fevereiro. Foram confirmadas apresentações na Europa e na América do Norte. Segundo informações do site oficial da cantora, ela também pretende visitar a América do Sul e a Austrália. A série de shows vai começar em Tel Aviv (Israel), no dia 29 de maio. Depois, a diva percorre mais de 20 cidades europeias, incluindo Barcelona (Espanha), Berlim (Alemanha), Milão (Itália), Coimbra (Portugal) e Londres (Inglaterra). A passagem pelo velho continente termina no dia 21 de agosto, na cidade francesa de Nice. Ainda no mês de agosto, no dia 28, a cantora vai até a América do Norte para dar início a um período de apresentações nos Estados Unidos e Canadá, que dura até o dia 19 de novembro. Para ver a agenda completa, clique aqui. Confira "Girl Gone Wild" no player abaixo.
Estados Unidos - A cantora inglesa Adele foi a grande vencedora do Grammy 2012. Além de vencer nas seis categorias em que foi indicada (incluindo gravação, álbum e canção do ano), a artista fez a performance mais aplaudida da noite. Se havia dúvidas que sua voz estaria em forma após uma cirurgia na garganta, em novembro do ano passado, elas desaparecem após sua bela interpretação do hit "Rolling in the Deep".
Mas Adele teve que dividir os holofotes com outra estrela: Whitney Houston. Morta no dia anterior aos 48 anos, a cantora foi lembrada durante toda a noite. Desde a abertura, quando o apresentador LL Cool J fez uma oração em sua memória - na plateia, nomes como Lady Gaga e Adele acompanharam a prece de cabeças baixas -, até o sóbrio tributo feito por Jennifer Hudson, que cantou "I Will Always Love You".Leia mais...
"Dou meu sangue por vocês sempre! O que importa é que nos divertimos. Tomei um ponto na cabeça, mas já já to zero! Obrigado pelo carinho!
O vocalista da banda Restart, Pe Lanza, foi atingido por uma pedra durante um show realizado em Rio das Ostras, no Rio de Janeiro, por volta das 23h45 do último domingo. Mesmo com o corte na cabeça, o músico decidiu continuar no palco e terminar o show. No Twitter, ele comentou o incidente. "Dou meu sangue por vocês sempre! O que importa é que nos divertimos. Tomei um ponto na cabeça, mas já já to zero! Obrigado pelo carinho!", postou. Pe Lanza também utilizou sua conta no microblog para agradecer os profissionais que lhe prestaram socorro após a apresentação. "Queria deixar meu singelo agradecimento à equipe de resgate de Rio das Ostras! Me levaram para o hospital e deram toda assistência! Valeu!" De acordo com uma nota divulgada pela prefeitura da cidade, o músico levou dois pontos na cabeça e foi liberado após realizar um exame de raio-x. Veja, no player abaixo, o momento em que Pe Lanza foi atingido por uma pedra. Confira Video abaixo da apresentação do RESTAT
Música faz parte do disco "Ivete Sangalo Multishow Ao Vivo no Madison Square Garden"
SOFTNEWS
Sucesso de 2012 já foi escolhido. Ivete Sangalo divulgou no site oficial a música escolhida para embalar o Verão deste ano.
A escolhida foi "Qui Belê", composta por Ramon Cruz e que faz parte do disco "Ivete Sangalo Multishow Ao Vivo no Madison Square Garden". Enquanto o Carnaval não chega, a baiana começa a cumprir a agenda de shows.
"Você já ouviu falar de Michel Teló, o fenômeno da música country brasileira? Irá em breve"
Foto: Divulgação
O sul-mato-grossense do ano é definitivamente Michel Teló. Graças ao hit "Ai Se Eu Te Pego", nesta quinta-feira ele foi reportagem na versão digital da Revista Forbes, uma das principais publicações dos Estados Unidos e do mundo.
Com o título "Você já ouviu falar de Michel Teló, o fenômeno da música country brasileira? Irá em breve", a revista online apresenta o músico como celebridade internacional. É considerado “talentoso” e “habilidoso”.
O reconhecimento vem depois de 12 milhões de dólares na conta bancária nos últimos 12 meses, calcula a revista, além de 94 milhões de visualizações no Youtube e de ter a música mais baixada no iTunes em países como Portugal, Itália, Espanha, Alemanha, Polônia, Argentina, Chile, Colômbia e Peru.
"Aparentemente, o mundo está a fim de pegar Teló", comenta a Forbes ao lembrar da dificuldade de celebridade brasileira ganhar o estrelato internacional. A revista cita Carmem Miranda como verdadeiro sucesso e o caso de Xuxa como fracasso.
“Apenas o tempo dirá se Teló será capaz de ultrapassar as fronteiras da América Latina definitivamente”, adverte a Forbes.
Show de Michel em Florianópolis, no dia 10 de dezmebro, lotado.
Hoje Michel está em Itapema - Santa Catariana. Ele grava clipes para divulgação internacional, conta o pai Aldo Teló, que acompanha o filho durante série de shows pelo litoral catarinense. "Está em alto mar, sem atender telefone", explica.
Depois do Natal em Campo Grande, Michel terá um Réveillon no palco, em Balneário Camboriú e já tem 12 shows agendados em sete países da Europa em 2012.
O pai do músico só sabe agradecer o ano a Deus. Diante de tamanha repercussão, diz que o filho nasceu com uma estrela.
“Desde 7, 8 anos, já sabia que o Michel tinha essa estrela, que nasceu iluminado. Podia até ter qualidade técnica inferior a outras crianças que se apresentavam na escola, mas era sempre o que levava mais aplausos, que recebia mais carinho do público”.
O “turbilhão”, como define o ano de 2011, será inesquecível, comenta. “Quando ele gravou a música a gente percebeu que faria sucesso, mas não dava para imaginar que seria tanto”.
Na época, dono de uma padaria em Campo Grande, Aldo diz que já incentiva Michel ainda criança, sem as preocupações comuns dos pais como a necessidade de um diploma universitário.
Hoje, proprietário de uma confecção, vê os 3 filhos crescendo profissionalmente juntos. Os irmãos trabalham com Michel. Teófilo, o mias velho, é o empresário e Teo o produtor. “Todos participam do projeto e vivem por isso”.
Ele já havia experimentado a fama de tabela quando Teló e o grupo Tradição ganharam destaque nacional e nos EUA, mas nada parecido com o que ocorreu em 2011, avalia.
“Tem horas que fico até constrangido. Todo mundo chega para contar alguma coisa dele. A gente muda de conversa, mas logo voltam ao assunto. É bonito de ver”, diz Aldo;
Mais um lançamento para a semana que vem, O cantor Gusttavo Lima gravou, ao lado de Israel Novaes, a canção “Vem Ni Mim, Dodge Ram”. Novaes é o novo contratado do escritório de Gusttavo.
Vem Ni Mim Dodge Ram- Israel Novaes com Gusttavo Lima
Letra: Vem Ni Mim Dodge Ram
Já não faz muito tempo Quando eu andava a pé Não pegava nem gripe Muito menos mulher
Só pegava poeira Nem olhavam pra mim Agora eu decidi Eu vou sair daqui
Quem não tem dinheiro É primo primeiro De um Cachorro O Trem era tão feio quem nem sobrava Osso pra mim
Agora eu to mudado O meu Bolso ta cheio Mulherada atrás To queimando dinheiro Vem ni mim Dodge RAM Focker 280, a mulherada louca.
A nova integrante das Pussycat Dolls Vem aí a nova formação das Pussycat Dolls.
E o nome de uma das integrantes já foi confirmado!
Lauren Bennett, que canta com LMFAO no hit «Party Rock Anthem« é a nova integrante das Dolls
A cantora tem 22 anos e era líder da girl band «Paradiso Girls«
O novo disco está sendo gravado, e a formaçao mais famosa das Pussycat Dolls tinha Nicole Scherzinger, Jessica Sutta, Kimberly Wyatt, Melody Thornton, Carmit Bachar e Ashley Roberts.
No início de 2003, o cineasta brasileiro Leandro Caires, de 26 anos, participou de um dos momentos mais importantes da história da indústria fonográfica americana. No final do mês de abril daquele ano, Leandro, que morava com a família em Boston, nos Estados Unidos, assistiu pela TV a Steve Jobs, fundador da Apple, apresentar a loja on-line iTunes Store. Jobs, que tinha lançado dois anos antes o iPod, um aparelhinho que se tornara febre de vendas, estava empolgado. Pelo software iTunes, as pessoas teriam acesso a uma loja virtual para comprar músicas legalmente. Era só instalar o programa, navegar nos álbuns dos artistas, dar dois cliques e pronto: a música já estava em seu iPod. E o melhor: você poderia comprar músicas avulsas, por um preço acessível: em média, US$ 0,99 por faixa. O catálogo tinha pouco mais de 200 mil músicas, cerca de 1% da base atual de 20 milhões. A novidade fascinou Leandro, na época um adolescente que baixava tudo de graça na internet. Naquele momento, ele decidiu começar a pagar pelas músicas. “Era barato, seguro e com uma qualidade melhor do que você encontrava em sites de download”, diz. Leandro voltou ao Brasil em 2007. Continuou comprando as músicas americanas com sua conta criada lá. Mas não encontrava artistas brasileiros de sucesso. “As músicas nacionais, baixo na internet ou compro o CD”, afirma. Agora, oito anos depois, Leandro está diante de uma nova guinada no mercado fonográfico. Desta vez, do brasileiro.
A Apple deve abrir nos próximos dias a filial brasileira da iTunes Store. O lançamento faz parte da aproximação do país da empresa, que prepara uma linha de montagem de aparelhos em Jundiaí, no interior de São Paulo, e aprovou na Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) a Apple TV, aparelho que toca vídeos de várias origens. Os rumores em torno da iTunes Store cresceram três semanas atrás, quando o colunista de ÉPOCA, Bruno Astuto, revelou que a Apple estaria montando dois escritórios em São Paulo para isso. E que enviou dos EUA um executivo para negociar com as gravadoras brasileiras. Segundo executivos da indústria fonográfica, a Apple quer vender boa parte das faixas aqui a R$ 1,99. O iTunes deve vender a princípio só para quem tem cartão de crédito internacional. Redes de varejo como Fnac, Extra e FastShop estão se preparando para vender cartões nos valores de R$ 10, R$ 20 e R$ 40. Procurada por ÉPOCA, a Apple não quis comentar nenhuma informação. Para o negócio dar certo, ela precisa enfrentar a cultura predominante no Brasil, que tolera a pirataria. Bens culturais, como filmes, músicas ou videogames, facilmente copiados na forma digital, são considerados por muitos brasileiros um produto sem valor de compra e venda. O resultado é que os profissionais envolvidos na criação dessas obras, sobretudo os próprios artistas, não são remunerados por seu suor e criatividade. Será que o iTunes conseguirá inverter essa lógica: incentivar as pessoas a pagar por produtos de boa qualidade e trazer o dinheiro de volta para a música?
O primeiro obstáculo que a Apple enfrentou foram, ironicamente, as próprias gravadoras. Durante os últimos anos, elas resistiram a qualquer acordo. Alegavam que perderiam dinheiro porque as vendas digitais canibalizariam a de CDs. Diziam que o retorno da iTunes Store não compensava o negócio. E que a oferta digital legal não bastaria para conter o crescimento da pirataria. A estratégia da Apple é sempre a mesma nos 30 países onde tem loja. Ela impõe um preço ao mercado. E o mercado aceita, porque precisa. Foi o que ocorreu nos EUA, no início dos anos 2000, quando as gravadoras americanas já não tinham forças para brigar contra os sites de download ilegal, como o Naspster. A oferta da Apple era a única salvação para uma indústria que caminhava para o naufrágio.
Olhando os números do mercado nacional, dá para perceber por que as gravadoras decidiram fechar os acordos agora. Segundo a Associação Brasileira dos Produtores de Discos (ABPD), o faturamento das principais empresas caiu de R$ 1,1 bilhão em 1997 para R$ 360 milhões em 2009. A cópia ilegal de músicas na internet é apontada como a principal responsável pela queda, pois a venda de discos piratas afeta mais o mercado de DVDs. Como consequência da queda nas vendas de CDs, a ABPD diminuiu as exigências para entrega de prêmios. Para ganhar um disco de ouro, um artista precisava vender 100 mil discos. Agora, bastam 50 mil. As vendas necessárias para ganhar um disco de platina diminuíram ainda mais: de 250 mil para 100 mil. Mesmo assim, poucos artistas conseguem atingir a marca. Paulo Rosa, presidente da ABPD, diz ter esperanças de que uma loja que venda músicas em um formato fácil para o consumidor recupere o mercado. “O iTunes tem tudo para funcionar tão bem aqui quanto nos outros países e consolidar a venda de música digital”, diz.
Os detalhes da negociação entre a Apple e as gravadoras são secretos. A expressão comum entre os altos executivos da indústria da música envolvidos com a Apple é “omertà”. O termo do dialeto siciliano designa o voto de silêncio que os membros da Máfia fazem ao entrar na organização criminosa. A “omertà” das gravadoras é uma brincadeira, porque a Apple exigiu silêncio completo sobre as negociações, os acordos e os preços. “Não posso falar nada”, diz Aloysio Reis, presidente da Sony/ATV Music Publishing. “É um acordo de absoluto silêncio entre todos nós e a Apple.” Alguns executivos comentam em sigilo que a Apple está dura nas negociações de preço para download da faixa digital. “A Apple quer um valor universal que não achamos justo, porque há variações de acordo com a qualidade de produção de cada faixa”, diz um executivo. “Tentamos negociar uma gama mais flexível de preços – algo entre R$ 0,50 e R$ 2,50, mas os americanos não arredam pé.” Eles insistem em R$ 1,99. Alguns envolvidos nas negociações dizem que as gravadoras ainda não entenderam a nova tecnologia – e pensam em termos antigos. “A Apple vem com uma proposta clara”, diz outro executivo. “E as gravadoras com sede no Brasil querem elevar os preços. É a velha ganância, que enterrou nosso negócio.”
Embora a negociação seja dura, o clima no meio musical mistura “omertà” com euforia. Intérpretes como Paula Fernandes e Belo recebem 10% sobre o faturamento das vendas de cada CD. Astros como Roberto Carlos e Marisa Monte ficam com 50%, porque bancam os custos do estúdio. Se Paula Fernandes entrar no iTunes, a gravadora ficaria com 50% a 70% do valor das vendas. Sua equipe tiraria cerca de 10% da parte da gravadora. “É uma festa para quem está por trás do trabalho de gravações”, diz o produtor Luiz Carlos Maluly, que produz os discos de Paula Fernandes para a gravadora Universal. “A loja da iTunes deverá ajudar a melhorar a situação de produtores, compositores, músicos e intérpretes.” Maluly diz que considera R$ 1,99 um preço justo. “Pode ser baixo, mas é melhor que o nada que a gente ganhava com a pirataria.”
Por isso, os artistas brasileiros se dizem esperançosos. Dezenas deles, ouvidos por ÉPOCA, confirmaram a negociação com a Apple. “Se vai dar certo ou não, eu não sei”, diz Caetano Veloso. “Mas é preciso tentar. É um caminho.” Gilberto Gil acredita que a nova geração de artistas deve estar preparada para o modelo de vendas da iTunes Store. “Não faz mais sentido lançar álbuns inteiros, como antigamente”, diz Gil. “Vale mais a pena lançar músicas e vendê-las separadamente.” Depois de 40 anos de carreira, Lô Borges se considera em transição para o formato digital. “Acho que é a evolução natural das coisas”, afirma. “Agora, meus discos feitos na década de 1980, final de 1970, vão estar disponíveis via iTunes no Brasil.” A esperança de cantoras como Gal Costa ou Paula Fernandes é que a legalização reduza o espaço para as cópias ilegais. “Pirataria é uma coisa horrorosa. Quando passo pelas ruas de Salvador e vejo o povo vendendo CDs piratas, me dá raiva”, diz Gal. “Sou sempre a favor de tudo o que é legalizado. Acredito muito na extinção da pirataria”, afirma Paula.
MÚSICA DE BOLSO
Steve Jobs (no topo) apresenta a terceira geração do iPod nano, em 2010. No mesmo ano, a iTunes Store passou a vender a discografia dos Beatles (Foto: Ryan Anson/AP)
Nos últimos anos, houve diversas tentativas de vender música digital legalmente no Brasil. A maior parte delas não teve sucesso. Primeiro com as operadoras de celular. No início dos anos 2000, elas começaram a vender músicas usando a rede do próprio aparelho. Além da velocidade lenta, o custo por música passava dos R$ 5. As fabricantes de celulares também tentaram. A Nokia lançou celulares que baixavam música ilimitada por um ano. Depois, era só pagar uma mensalidade. Não funcionou. Alguns portais de internet brasileiros também entraram nesse mercado. Mas nenhum deles rivaliza com o iTunes. Desde 2003, o iTunes faturou cerca de US$ 16 bilhões vendendo música. Hoje, segundo estimativas, vende cerca de US$ 300 milhões por mês. Não há garantia de que a venda legal reduza a pirataria. Com a popularização da banda larga, há indícios de que a troca de arquivos, como músicas e filmes, pela internet é cada vez maior. Tanto no Brasil quanto nos outros países. Mas a oferta de música legal e acessível mostra que consumir o produto legalmente pode ser fácil e prazeroso. E, mesmo que não ocupe o lugar da pirataria, pelo menos representa uma fonte crescente de renda legítima. Grande o bastante para sustentar os artistas.
Para ajudar o mercado legal, há expectativa de que dois grandes concorrentes da Apple tragam serviços similares ao Brasil. O Google Music Beta, lançado no início do ano nos Estados Unidos, se propõe a ser o próximo passo n
a evolução da música digital. O serviço permite que o usuário armazene de graça todas as suas músicas e listas de reprodução em servidores remotos e acesse as canções em qualquer computador ou dispositivo com o sistema Android, do Google. A Amazon, conhecida pela venda de livros na internet, entrou na disputa pela nuvem musical em março, com o Amazon Cloud Player, semelhante ao Google Music. A chegada desses serviços e principalmente da iTunes Store anima consumidores como o publicitário Carlos Merigo, autor do blog Brainstorm#9. Ele diz que baixa em sites de download cerca de 70% das músicas que consome. E que os outros 30% prefere comprar em CDs. Merigo acredita que, com a chegada da iTunes Store, vai migrar parte de seus downloads para o serviço da Apple. “É mais pratico, rápido para baixar e barato”, afirma. “Certamente, passarei a comprar mais músicas.” É em gente como ele que apostam Caetano,Gal Costa e Paula Fernandes.
Cantor de 'Fugidinha' prepara DVD 'Michel na balada', com som housenejo.
Clipe foi lançado na quinta (1º) e lembra 'Stereo love', de Edward Maya.
''LANÇAMENTO SERTANEJO''
Michel Teló no clipe de 'Eu te amo e open bar'
(Foto: Divulgação)
Após levar para a parte mais alta das paradas os hits "Fugidinha" e "Ai se eu te pego", o cantor paranaense Michel Teló lançou oficialmente na quinta-feira sua mais nova cartada. Veja o clipe de "Eu te amo e open bar", nova música de Michel Teló.
A faixa dance pop é a primeira a ser divulgada do DVD "Michel na balada", previsto para chegar às lojas ainda neste mês. É o primeiro trabalho do ex-cantor do grupo Tradição mais voltado para a eletrônica, ou o "housenejo", que mistura sertanejo e house music.
A música é composta apena de uma levada de sanfona, batidas que fazem lembrar "poperôs" e a repetição da frase "Tudo que eu quero ouvir: eu te amo e open bar". "Eu te amo e open bar" mostra o apreço de Teló pelo pop romeno "Stereo love", uma das músicas mais tocadas no Brasil em 2010, gravada por Edward Maya e conhecida por um solo de sanfona. "Dragostea din Tei", da banda O-Zone, é outro sucesso vindo da Romênia e com arranjo parecido. No Brasil, foi popularizada por meio da versão "Festa no apê", de Latino.
Outra música do dance pop - "We no speak americano", do duo australiano Yolanda Be Cool - costuma ser tocada pelo paranaense em show. Fonte: Do G1, em São Paulo
Mais nove nomes são anunciados pela coordenação do evento.
James Blunt, Frejat, Claudia Leitte e Jorge & Mateus são confirmados.
Do Festival de Verão Salvador
Atrações foram confirmadas nesta quarta-feira (30). (Foto: Arte/G1)
O Festival de Verão Salvador divulgou nesta quarta-feira (30), na sua festa de lançamento para a imprensa, mais 35 atrações do evento, sendo nove do palco principal, o Palco 2012. Entre os nomes confirmados, destaque para o cantor britânico James Blunt, que se apresenta pela primeira vez na capital baiana. A 14ª edição da festa acontece de 25 a 28 de janeiro no Parque de Exposições de Salvador.
Além da atração internacional, a coordenação do Festival confirmou para o palco principal os shows dos baianos Cláudia Leitte, Tomate, Asa de Águia, Jau, Psirico e A Zorra, além dos cantores Frejat e a dupla sertaneja Jorge e Mateus, que contará com a participação do cantor Gusttavo Lima.
Esses nomes se juntam aos já anunciados Ivete Sangalo, Luan Santana, Vanessa da Mata, Chiclete com Banana, Paula Fernandes, Capital Inicial, Eva, Sorriso Maroto, Harmonia do Samba e Aviões do Forró.
Em quatro dias de entretenimento, o público poderá curtir cerca de 70 atrações musicais, que estarão divididas em quatro palcos: Palco 2012, Concha Acústica Faculdade Maurício de Nassau, Tenda Eletrônica e o novo espaço, Casarão do Ritmo. Novas áreas
A edição de 2012 traz algumas mudanças na infraestrutura da festa. Novas arenas de shows e espaços mais confortáveis para o público estão entre as novidades.
Em 2012, festa conta com novos espaços.
O destaque vai para a chegada do Casarão do Ritmo - em substituição à Casa do Pagode, Arena Universitária e Casa do Samba. O espaço, com capacidade para cerca de 6 mil pessoas, vai abrigar dois palcos que alternam shows de samba, forró, axé, pagode e sertanejo durante toda a noite, sem dar descanso para o folião.
Já a tradicional Tenda Eletrônica vai ganhar mais espaço e será totalmente climatizada. A Concha do Festival, integrada ao evento desde 2009, continua como a área mais democrática da festa misturando ritmos e levando grandes nomes da MPB para o palco. Sem falar no palco principal, o Palco 2012, que há 13 anos apresenta grandes estrelas da música brasileira e atrações internacionais para as cerca de 200 mil pessoas que passam pelo parque nos quatro dias de festa.
O outro novo ambiente será o Espaço Maresia, formado por quatro grandes lounges, que servirão para o público dar uma pausa, se alimentar e recarregar as energias entre os shows. O folião terá ainda a oportunidade de interagir com esquetes culturais sem geração de ruído. Redução do impacto ambiental
Um programa para a redução do impacto ambiental é uma das novidades anunciadas pelos organizadores do Festival de Verão Salvador 2012. A ação foi firmada incluindo cinco parceiros no evento e contemplam estrutura de palcos e espaços do Festival, sugerindo melhores escolhas de materiais e consumo para fornecedores e parceiros.
“Entendemos que, além da música, o maior festival do verão brasileiro deve ter o cuidado com o meio ambiente como um dos seus pilares. A ideia é que o Festival de Verão cause o menor impacto possível, além de estimular a conscientização da população soteropolitana para uma mudança de atitude”, afirma Dante Iacovone, superintendente da Rede Bahia. Ao final da festa musical será desenvolvido um relatório sócio ambiental com o balanço das ações realizadas, sinalizando possibilidades de melhorias para edições futuras.
Vista aérea da última edição do Festival de Verão Salvador. (Foto: Edgar Souza)
Banda passará por 8 cidades brasileiras para comemorar os 15 anos de estrada
Os músicos Marcelo Camelo, Rodrigo Amarante, Rodrigo Barba e Bruno Medina voltarão a tocar juntos no ano que vem
Na manhã desta quarta-feira (23), o Los Hermanos divulgou as datas de sua nova turnê.
A banda fará shows em oito cidades do Brasil durante os meses de abril e maio, comemorando os 15 anos de estrada.
O primeiro show acontece no festival Abril Pro Rock, em Recife, no dia 20 de abril.
Os locais das apresentações e as informações sobre ingressos ainda não foram serão divulgadas.
Segundo a assessoria de imprensa da banda, o anúncio deve Leia mais
Com Informações: Do R7