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19 de jan de 2012

Facebook revela identidade de hackers criadores do “koobface”

O Facebook expos os dados de hackers que foram responsáveis pela criação do software malicioso “Koobface” através da rede social no ano de 2008. Após três anos de muita investigação, foi descoberto que o grupo é composto por cinco integrantes, eles vivem em São Petersburgo, na Rússia

Facebook revela identidade de hackers criadores do “koobface”
O Facebook expos os dados de hackers que foram responsáveis pela criação do software malicioso “Koobface” através da rede social no ano de 2008. Após três anos de muita investigação, foi descoberto que o grupo é composto por cinco integrantes, eles vivem em São Petersburgo, na Rússia.
Os hackers foram delatados pelo Facebook, com nome e também apelidos, são eles: Stanislav Avdeyko (leDed), Alexander Koltysehv (Floppy), Anton Korotchenko (KrotReal), Roman P. Koturbach (PoMuc), Svyatoslav E. Polichuck (PsViat and PsycoMan).
O mais velho do grupo, Avdeyko,de 20 anos, seria o responsável pelo CoolWebSearch, programa malicioso que em 2003 atacou alguns computadores. O grupo também deve ter arrecado cerca de US$ 2 milhões com as invasões de computadores infectados pelo “Koobface”.
A transmissão do vírus acontecia da seguinte forma, um link era enviado para as pessoas escrito o seguinte: “Ei, eu acabei de ver este vídeo hilário de você dançando. Seu rosto está tão vermelho...”. Assim, ao usuário clicar, era solicitado que atualizasse um plugin do Adobe Flash, que na verdade era um vírus.
O grupo acabou sendo descoberto pelo mesmo meio que transmitiu o vírus, a internet. Eles foram rastreados através de perfis, fotos publicadas, vendas online, enfim, todas as manifestações possíveis na web.
Os integrantes não foram presos, no entanto, com a exposição de seus perfis na web o Facebook está tentando fazer com que as autoridades da Rússia observem a situação. “Nós falamos com o FBI e com autoridades da Alemanha e do Reino Unido, e parece que não está havendo muita iniciativa por parte da Rússia nesse caso”, disse ao FT um consultor de tecnologia da Sopho’s, empresa que ajudou na investigação.

 Fonte: oficinadanet

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