O ato foi apoiado pela direção por “promover a diversidade sexual”.
Um grupo de alunos da unidade de São Cristóvão do Colégio Pedro II saiu em defesa de uma colega transexual. A estudante, que, segundo a instituição, costuma usar o nome de batismo masculino e uniforme para meninos, como as normas da escola exigem, decidiu trocar as calças por uma saia num dos intervalos de aula.
A direção do colégio, então, recomendou que ela trocasse a saia pela calça tradicional. A aluna acatou a ordem, mas seus colegas de turma não ficaram contentes com a notícia. No dia 1º de setembro, nove dias depois do ocorrido, eles fizeram um protesto contra a atitude da secretaria. Cerca de 15 alunos, tanto do sexo feminino quanto do sexo masculino, foram à aula usando saias. Segundo a escola, o ato foi apoiado pela direção por “promover a diversidade sexual”.
O colégio alegou que o Código de Ética Discente não permite que alunos do sexo masculino utilizem o uniforme feminino e que todos os alunos devem obedecer as normas. Ele ainda afirmou que, até então, a estudante nunca havia manifestado a vontade de utilizar outro nome que não o de batismo ou outra identidade de gênero. Colegas da estudante, porém, disseram, através de uma rede social, que a aluna em questão “vem tentando reafirmar que é uma menina”.
“Em nenhum momento o aluno foi impedido de circular pelas dependências do colégio ou de entrar em sala de aula. O Colégio Pedro II reconhece que a adolescência é um período de descobertas e repudia qualquer tipo de intolerância e discriminação”, diz um trecho da nota oficial emitida pela escola.
Por enquanto, a aluna que desencadeou a discussão sobre diversidade de gênero permanece obrigada a utilizar o uniforme masculino, mas a instituição pública de ensino não rejeita a possibilidade de reformular seu código de conduta.
“Ressaltamos que o atual Código de Ética Discente está sendo reformulado com a participação de toda a comunidade escolar, contando inclusive com a participação ativa dos alunos, que podem sugerir as alterações que acharem necessárias”, afirma o comunicado.
Um servidor público pode ganhar até R$ 5 mil a mais que um profissional do setor privado, na mesma profissão
Salários atrativos e estabilidade são fundamentais para quem decide abandonar a iniciativa privada e ingressar na carreira pública. E a percepção dos concurseiros sobre essa melhor remuneração nos Poderes e órgãos públicos pode ser observada em diversos cargos. Levantamento realizado por A GAZETA mostra que a diferença salarial pode ser de mais de R$ 5 mil entre o público e o privado em determinados casos.
Os cargos analisados foram de técnico em Tecnologia da Informação (TI), auxiliar administrativo, motorista, analista em Comunicação Social e recepcionista. Apesar de nomenclaturas distintas nos poderes e órgãos e na iniciativa privada, foram consideradas as atribuições de cada função para a comparação.
A Assembleia Legislativa tem melhor remuneração perante os demais poderes e à iniciativa privada. Enquanto um auxiliar administrativo na Casa recebe de R$ 3.348,17 a R$ 6.910,12 por mês, no mercado um profissional com atuação semelhante ganha de R$ 900 a R$ 1,3 mil.
O valor no contra-cheque de um auxiliar administrativo do Tribunal de Justiça (TJES) vai de R$ 2.911,45 a R$ 5.137,71. No Ministério Público Estadual (MPES), o servidor com essa atribuição tem remuneração entre R$ 2.768,75 e R$ 4.544,13. Já no Executivo, o valor vai desde R$ 2.387 até R$ 2.984.
Um técnico em TI encontra no mercado um salário que pode chegar a R$ 2 mil. Com funções semelhantes, ele poderia receber na Assembleia de R$ 3.348,17 a R$ 6.230,63. No TJES, a remuneração nesse cargo é de R$ 2.911,45 a R$ 4.429,76. No Ministério Público, a mesma atuação recebe de R$ R$ 2.768,75 a R$ 4.544,13. E no governo do Estado, o vencimento é de R$ 1.515,68 a R$ 5.015,65.
Diferença
Para Jonathan Nogueira Ayres, que atua na iniciativa privada como técnico em Tecnologia da Informação, há mais vantagens em trabalhar no poder público tanto pelos salários mais altos quanto pela estabilidade. “O setor privado ainda tem muito a crescer. Os valores pagos no serviço público são bem melhores”.
A diferença também é sentida no bolso pelo motorista Anderson Nascimento de Oliveira. Ele recebe numa empresa privada cerca de R$ 1 mil por mês. Se trabalhasse no Legislativo, receberia até R$ 6.910,12. No poder público, os maiores vencimentos são de servidores que, devido ao plano de carreira, recebem pelo tempo de serviço, por exemplo.
Prêmio
Professor do Instituto Brasileiro de Economia (Ibre) da Fundação Getulio Vargas (FGV-Rio), Fernando Holanda Barbosa Filho considera um prêmio o “o salário mais alto e a estabilidade” do funcionalismo público no Brasil.
Para ele, os servidores de carreira estável - “como se fosse um seguro” - deveriam receber menos do que no setor privado, onde os trabalhadores correm o risco de demissão. “O salário é acima do aplicado no mercado. E o restante da população paga para que as pessoas não sejam demitidas do funcionalismo público”.
Com esses salários mais altos, as despesas com pessoal crescem a cada ano na área pública. Com a folha de pagamento mais alta entre os poderes, por conta do número total de funcionários - 60 mil servidores ativos - o acréscimo de 2012 para 2013 no Executivo estadual foi de mais de R$ 300 milhões, passando de R$ 2.411.212.045,74 para R$ 2.715.807.800,82.
No TJES, a despesa com pessoal, no mesmo período, subiu de R$ 533 milhões para R$ 598 milhões. O valor no Ministério Público passou de R$ 228 milhões para R$ 268 milhões. Já no Legislativo foi de R$ 103 milhões para R$ 120 milhões.
Mais dinheiro na conta com auxílios-creche e alimentação
Gastos para ser motorista. O motorista Anderson Nascimento de Oliveira afirma que para trabalhar no setor privado nesse cargo é preciso fazer diversos cursos, o que traz muitas despesas para o profissional
Os servidores públicos, além de receberem remuneração diferenciada em comparação com a iniciativa privada, também têm direito a outros benefícios no fim do mês. Auxílio-creche, vale-transporte, auxílio-alimentação e auxílio-saúde são alguns dos acréscimos recebidos pelos trabalhadores.
Entretanto, mesmo entre os poderes e órgãos públicos não há equivalência de benefícios fornecidos e de valores desses complementos salariais.
No Tribunal de Justiça, o auxílio-alimentação tem o valor de R$ 900. O benefício na Assembleia Legislativa é de R$ 844,21. Os servidores do Ministério Público recebem para alimentação R$ 816,20. O valor no governo do Estado é de R$ 176 para servidores na modalidade vencimento. O valor é incorporado aos vencimentos para o recebimento por subsídio.
Benefícios
No caso do auxílio-creche, apenas os servidores do Tribunal de Justiça e do Ministério Público têm direito a esses benefícios, nos valores de R$ 500 e R$ 622,97, respectivamente.
A discrepância entre os benefícios é motivo de reivindicações dos servidores públicos. Para o diretor financeiro do Sindicato dos Trabalhadores e Servidores Públicos do Estado (Sindipúblicos), Haylson de Oliveira, a complementação deveria ser similar entre poderes e órgãos.
“Não é possível conceber essas diferenças nos benefícios, principalmente no auxílio-alimentação. Somos iguais aos demais trabalhadores e deveríamos receber como todos”, assinalou.
Bons salários para “segurar” servidores
Apesar de os salários dos servidores dos cargos analisados serem maiores na Assembleia Legislativa do que nos demais poderes e na iniciativa privada, o presidente da Casa, deputado Theodorico Ferraço (DEM), afirma que os valores pagos pelas empresas aos profissionais superam as remunerações do Legislativo estadual.
Segundo ele, o reajuste do salário dos servidores aprovado pelos parlamentares no ano passado teve o objetivo de equiparar com o valor recebido no mercado. “Foi feita a reformulação para manter os profissionais e valorizar tanto a assessoria jurídica quanto o corpo técnico”, disse.
O Tribunal de Justiça informou, por nota, que a sua estrutura de política salarial contribui para a atração, retenção e motivação das pessoas, que não difere de outros Poderes. O texto diz ainda que o salário, se comparado, é compatível com o das empresas privadas que têm o mesmo porte de um Poder que atende toda a população, nos 68 municípios em que atua. “Apesar dos investimentos em qualificação e os incentivos salariais, o Judiciário acaba perdendo muitos profissionais para a iniciativa privada”.
Já para a subsecretária de Estado de Gestão e Recursos Humanos, Sandra Bellon, os salários do Executivo mais baixos em relação aos dos demais poderes é reflexo da quantidade de servidores, que é superior no Governo. Ela frisou ainda que os valores estão pouco acima do mercado como forma de valorizar os profissionais que passaram em um concurso público.
Setor privado quer lucro e paga menos
No setor privado, seja qual for a atividade econômica, o objetivo é o lucro. As empresas gastam o mínimo possível com remuneração, mas o valor não pode ser tão baixo porque busca-se atrair bons profissionais. No serviço público, por sua vez, também existe interesse em tornar o cargo atrativo com bons salários, mas não há a questão do lucro.
A busca é pela eficiência orçamentária. A diferença salarial traz vantagem e desvantagem para o serviço público. O ponto positivo é a atração de profissionais hiperqualificados. Já o lado ruim é que as questões econômicas afetam a todos. Em uma crise, o setor privado reage mais rápido. O setor público, apesar de impactado, não pode demitir ou cortar vencimentos – e, à medida que servidores se aposentam, não consegue repor o quadro de pessoal.
Júlio Pompeu Professor de Direito da Ufes e especialista em Ética
Os repórteres da Rede Globo de TV foram pressionados a deixar a manifestação dos policiais e bombeiros realizada, neste domingo, em frente ao Copacabana Palace, na Zona Sul do Rio.
A repórter da TV Globo se ausenta do local onde manifestantes protestavam contra a presença da emissora
Centenas de pessoas cercaram as equipes de jornalismo da TV Globo e da Globonews e passaram a gritar palavras de ordem, o que de fato impediu que seguissem no local.
Os integrantes das forças auxiliares de segurança do Estado do Rio, nesta mesma manifestação, decidiram adiar, até esta segunda-feira, a decisão sobre manter ou suspender a greve iniciada nesta sexta-feira. O ato público prosseguiu com o repúdio às prisões de militares acusados de incitarem o movimento. Os grevistas marcaram para esta segunda-feira, às 18h, no Centro da cidade, uma nova assembleia para decidir os rumos do movimento.
– Decisão certa. Na minha opinião, a ordem é o que foi dito aqui: que o governador (Sérgio Cabral) retire o aumento que deu, o que quer dar e tire 10% dos nossos salários, se a questão é essa, mas o mais importante é soltar os companheiros. O movimento é pacífico e ele está tratando como se fosse um movimento desordeiro – disse o cabo Lopes, da Polícia Militar (PM), aos jornalistas que permaneceram no local.
Mesmo com o anúncio da suspensão do movimento por parte da Polícia Civil, agentes da corporação participaram do ato de repúdio. O presidente do Sindicato dos Policiais Civis (Sinpol), Fernando Bandeira, explicou que existem duas representações da categoria – o Sinpol, criado em 1993, e o Sindipol que, segundo histórico divulgado na página da entidade na internet, representa desde 2007 a reativação de uma instituição criada há quase 20 anos. A representação da categoria está dividida entre os dois sindicatos. Cada entidade contabiliza uma média de 1,5 mil policiais civis filiados. Bandeira criticou o anúncio de suspensão da greve feito na véspera pelo diretor jurídico do Sindpol e garantiu que a Polícia Civil continua no movimento.
– A decisão foi tomada em assembleia. A gente não pode tomar a decisão de sair da greve sem conversar com as outras categorias (bombeiros e Polícia Militar). Essa ilegalidade de suspender a greve é um desrespeito até com os policiais civis – protestou o presidente do Sinpol, reafirmando que a categoria continua com os atendimentos reduzidos e apoiando a pauta de reivindicações.
O sargento Paulo Nascimento, um dos líderes dos bombeiros, reafirmou a posição da categoria.
– Temos que manter a greve, mas dentro da normalidade e legalidade. Repito que mantemos 30% dos atendimentos sendo feitos – afirmou.
A manifestação deste domingo, na praia de Copacabana, teve uma participação tímida de militares. Ainda assim, policiais civis, militares e bombeiros mantiveram o ato que durou quase quatro horas, reafirmando o caráter “pacífico e ordeiro” que o movimento deve manter para ter continuidade e os protestos contra a prisão de vários militares que foram encaminhados ao Presídio de Segurança Máxima Bangu 1.
Uma comissão de mulheres de bombeiros e de policiais presos no complexo penitenciário estão organizadas para buscar o apoio do governo federal em Brasília, na próxima terça-feira. Mas, nesta segunda-feira, a comissão e outros parentes de militares presos terão uma reunião, às 10h, com representantes da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) no Rio de Janeiro.
Emocionada, a estudante Ana Paula Fernandes Matias, mulher do sargento Matias, preso neste sábado sob acusação de não ter se apresentado ao trabalho, protesta. Ela garante que o marido estava no posto do Grupamento Marítimo (Gmar) na Barra da Tijuca, Zona Oeste da capital. Mas, como outros militares do Gmar, ele não usava o uniforme da corporação, em protesto.
– Estamos lutando por uma causa. Em momento algum abandonamos a população. Isso é uma covardia. O que eu falo para o meu filho, de 4 anos, que pergunta pelo pai, que é honesto, nunca respondeu a qualquer processo e está preso em um complexo de segurança máxima? – questionou, emocionada. Assista aqui ao vídeo da TV Globo sendo vaiada na manifestação:
O McDonald’s vai mudar a receita de seu hambúrguer nos Estados Unidos, informou anteontem o jornal “Mail Online”.
A alteração foi motivada pela campanha iniciada há dois meses contra o McDonald’s pelo chefe de cozinha britânico e ativista Jamie Oliver.
Ele descobriu e divulgou que o processamento da carne usada no recheio dos hambúrgueres utilizava hidróxido de amônio na conversão de sobras de carnes gordurosas.
A susbtância é um fermento utilizado para controlar a acidez da carne e deixá-la livre de bactérias.
“Estamos levando um produto que seria vendido na forma mais barata para cães e após este processo, podemos dar aos seres humanos. Por que qualquer ser humano sensato colocaria carne cheia de amônia na boca de seus filhos?”, disse Oliver.
No início de 2003, o cineasta brasileiro Leandro Caires, de 26 anos, participou de um dos momentos mais importantes da história da indústria fonográfica americana. No final do mês de abril daquele ano, Leandro, que morava com a família em Boston, nos Estados Unidos, assistiu pela TV a Steve Jobs, fundador da Apple, apresentar a loja on-line iTunes Store. Jobs, que tinha lançado dois anos antes o iPod, um aparelhinho que se tornara febre de vendas, estava empolgado. Pelo software iTunes, as pessoas teriam acesso a uma loja virtual para comprar músicas legalmente. Era só instalar o programa, navegar nos álbuns dos artistas, dar dois cliques e pronto: a música já estava em seu iPod. E o melhor: você poderia comprar músicas avulsas, por um preço acessível: em média, US$ 0,99 por faixa. O catálogo tinha pouco mais de 200 mil músicas, cerca de 1% da base atual de 20 milhões. A novidade fascinou Leandro, na época um adolescente que baixava tudo de graça na internet. Naquele momento, ele decidiu começar a pagar pelas músicas. “Era barato, seguro e com uma qualidade melhor do que você encontrava em sites de download”, diz. Leandro voltou ao Brasil em 2007. Continuou comprando as músicas americanas com sua conta criada lá. Mas não encontrava artistas brasileiros de sucesso. “As músicas nacionais, baixo na internet ou compro o CD”, afirma. Agora, oito anos depois, Leandro está diante de uma nova guinada no mercado fonográfico. Desta vez, do brasileiro.
A Apple deve abrir nos próximos dias a filial brasileira da iTunes Store. O lançamento faz parte da aproximação do país da empresa, que prepara uma linha de montagem de aparelhos em Jundiaí, no interior de São Paulo, e aprovou na Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) a Apple TV, aparelho que toca vídeos de várias origens. Os rumores em torno da iTunes Store cresceram três semanas atrás, quando o colunista de ÉPOCA, Bruno Astuto, revelou que a Apple estaria montando dois escritórios em São Paulo para isso. E que enviou dos EUA um executivo para negociar com as gravadoras brasileiras. Segundo executivos da indústria fonográfica, a Apple quer vender boa parte das faixas aqui a R$ 1,99. O iTunes deve vender a princípio só para quem tem cartão de crédito internacional. Redes de varejo como Fnac, Extra e FastShop estão se preparando para vender cartões nos valores de R$ 10, R$ 20 e R$ 40. Procurada por ÉPOCA, a Apple não quis comentar nenhuma informação. Para o negócio dar certo, ela precisa enfrentar a cultura predominante no Brasil, que tolera a pirataria. Bens culturais, como filmes, músicas ou videogames, facilmente copiados na forma digital, são considerados por muitos brasileiros um produto sem valor de compra e venda. O resultado é que os profissionais envolvidos na criação dessas obras, sobretudo os próprios artistas, não são remunerados por seu suor e criatividade. Será que o iTunes conseguirá inverter essa lógica: incentivar as pessoas a pagar por produtos de boa qualidade e trazer o dinheiro de volta para a música?
O primeiro obstáculo que a Apple enfrentou foram, ironicamente, as próprias gravadoras. Durante os últimos anos, elas resistiram a qualquer acordo. Alegavam que perderiam dinheiro porque as vendas digitais canibalizariam a de CDs. Diziam que o retorno da iTunes Store não compensava o negócio. E que a oferta digital legal não bastaria para conter o crescimento da pirataria. A estratégia da Apple é sempre a mesma nos 30 países onde tem loja. Ela impõe um preço ao mercado. E o mercado aceita, porque precisa. Foi o que ocorreu nos EUA, no início dos anos 2000, quando as gravadoras americanas já não tinham forças para brigar contra os sites de download ilegal, como o Naspster. A oferta da Apple era a única salvação para uma indústria que caminhava para o naufrágio.
Olhando os números do mercado nacional, dá para perceber por que as gravadoras decidiram fechar os acordos agora. Segundo a Associação Brasileira dos Produtores de Discos (ABPD), o faturamento das principais empresas caiu de R$ 1,1 bilhão em 1997 para R$ 360 milhões em 2009. A cópia ilegal de músicas na internet é apontada como a principal responsável pela queda, pois a venda de discos piratas afeta mais o mercado de DVDs. Como consequência da queda nas vendas de CDs, a ABPD diminuiu as exigências para entrega de prêmios. Para ganhar um disco de ouro, um artista precisava vender 100 mil discos. Agora, bastam 50 mil. As vendas necessárias para ganhar um disco de platina diminuíram ainda mais: de 250 mil para 100 mil. Mesmo assim, poucos artistas conseguem atingir a marca. Paulo Rosa, presidente da ABPD, diz ter esperanças de que uma loja que venda músicas em um formato fácil para o consumidor recupere o mercado. “O iTunes tem tudo para funcionar tão bem aqui quanto nos outros países e consolidar a venda de música digital”, diz.
Os detalhes da negociação entre a Apple e as gravadoras são secretos. A expressão comum entre os altos executivos da indústria da música envolvidos com a Apple é “omertà”. O termo do dialeto siciliano designa o voto de silêncio que os membros da Máfia fazem ao entrar na organização criminosa. A “omertà” das gravadoras é uma brincadeira, porque a Apple exigiu silêncio completo sobre as negociações, os acordos e os preços. “Não posso falar nada”, diz Aloysio Reis, presidente da Sony/ATV Music Publishing. “É um acordo de absoluto silêncio entre todos nós e a Apple.” Alguns executivos comentam em sigilo que a Apple está dura nas negociações de preço para download da faixa digital. “A Apple quer um valor universal que não achamos justo, porque há variações de acordo com a qualidade de produção de cada faixa”, diz um executivo. “Tentamos negociar uma gama mais flexível de preços – algo entre R$ 0,50 e R$ 2,50, mas os americanos não arredam pé.” Eles insistem em R$ 1,99. Alguns envolvidos nas negociações dizem que as gravadoras ainda não entenderam a nova tecnologia – e pensam em termos antigos. “A Apple vem com uma proposta clara”, diz outro executivo. “E as gravadoras com sede no Brasil querem elevar os preços. É a velha ganância, que enterrou nosso negócio.”
Embora a negociação seja dura, o clima no meio musical mistura “omertà” com euforia. Intérpretes como Paula Fernandes e Belo recebem 10% sobre o faturamento das vendas de cada CD. Astros como Roberto Carlos e Marisa Monte ficam com 50%, porque bancam os custos do estúdio. Se Paula Fernandes entrar no iTunes, a gravadora ficaria com 50% a 70% do valor das vendas. Sua equipe tiraria cerca de 10% da parte da gravadora. “É uma festa para quem está por trás do trabalho de gravações”, diz o produtor Luiz Carlos Maluly, que produz os discos de Paula Fernandes para a gravadora Universal. “A loja da iTunes deverá ajudar a melhorar a situação de produtores, compositores, músicos e intérpretes.” Maluly diz que considera R$ 1,99 um preço justo. “Pode ser baixo, mas é melhor que o nada que a gente ganhava com a pirataria.”
Por isso, os artistas brasileiros se dizem esperançosos. Dezenas deles, ouvidos por ÉPOCA, confirmaram a negociação com a Apple. “Se vai dar certo ou não, eu não sei”, diz Caetano Veloso. “Mas é preciso tentar. É um caminho.” Gilberto Gil acredita que a nova geração de artistas deve estar preparada para o modelo de vendas da iTunes Store. “Não faz mais sentido lançar álbuns inteiros, como antigamente”, diz Gil. “Vale mais a pena lançar músicas e vendê-las separadamente.” Depois de 40 anos de carreira, Lô Borges se considera em transição para o formato digital. “Acho que é a evolução natural das coisas”, afirma. “Agora, meus discos feitos na década de 1980, final de 1970, vão estar disponíveis via iTunes no Brasil.” A esperança de cantoras como Gal Costa ou Paula Fernandes é que a legalização reduza o espaço para as cópias ilegais. “Pirataria é uma coisa horrorosa. Quando passo pelas ruas de Salvador e vejo o povo vendendo CDs piratas, me dá raiva”, diz Gal. “Sou sempre a favor de tudo o que é legalizado. Acredito muito na extinção da pirataria”, afirma Paula.
MÚSICA DE BOLSO
Steve Jobs (no topo) apresenta a terceira geração do iPod nano, em 2010. No mesmo ano, a iTunes Store passou a vender a discografia dos Beatles (Foto: Ryan Anson/AP)
Nos últimos anos, houve diversas tentativas de vender música digital legalmente no Brasil. A maior parte delas não teve sucesso. Primeiro com as operadoras de celular. No início dos anos 2000, elas começaram a vender músicas usando a rede do próprio aparelho. Além da velocidade lenta, o custo por música passava dos R$ 5. As fabricantes de celulares também tentaram. A Nokia lançou celulares que baixavam música ilimitada por um ano. Depois, era só pagar uma mensalidade. Não funcionou. Alguns portais de internet brasileiros também entraram nesse mercado. Mas nenhum deles rivaliza com o iTunes. Desde 2003, o iTunes faturou cerca de US$ 16 bilhões vendendo música. Hoje, segundo estimativas, vende cerca de US$ 300 milhões por mês. Não há garantia de que a venda legal reduza a pirataria. Com a popularização da banda larga, há indícios de que a troca de arquivos, como músicas e filmes, pela internet é cada vez maior. Tanto no Brasil quanto nos outros países. Mas a oferta de música legal e acessível mostra que consumir o produto legalmente pode ser fácil e prazeroso. E, mesmo que não ocupe o lugar da pirataria, pelo menos representa uma fonte crescente de renda legítima. Grande o bastante para sustentar os artistas.
Para ajudar o mercado legal, há expectativa de que dois grandes concorrentes da Apple tragam serviços similares ao Brasil. O Google Music Beta, lançado no início do ano nos Estados Unidos, se propõe a ser o próximo passo n
a evolução da música digital. O serviço permite que o usuário armazene de graça todas as suas músicas e listas de reprodução em servidores remotos e acesse as canções em qualquer computador ou dispositivo com o sistema Android, do Google. A Amazon, conhecida pela venda de livros na internet, entrou na disputa pela nuvem musical em março, com o Amazon Cloud Player, semelhante ao Google Music. A chegada desses serviços e principalmente da iTunes Store anima consumidores como o publicitário Carlos Merigo, autor do blog Brainstorm#9. Ele diz que baixa em sites de download cerca de 70% das músicas que consome. E que os outros 30% prefere comprar em CDs. Merigo acredita que, com a chegada da iTunes Store, vai migrar parte de seus downloads para o serviço da Apple. “É mais pratico, rápido para baixar e barato”, afirma. “Certamente, passarei a comprar mais músicas.” É em gente como ele que apostam Caetano,Gal Costa e Paula Fernandes.
Em 2007 eles ouviram falar de uma clínica privada no México que oferecia um tratamento chamado terapia fotodinâmica (PDT).
Londres (Inglaterra) - Um estudante diagnosticado com uma forma rara de câncer infantil, em 2006, está desafiando os médicos especialistas. Connah Broom, 10, de Gronant, Flintshire, na Inglaterra, realizou forte tratamento quimioterápico, mas teve pouco efeito.
Para tentar encontrar uma cura, os pais do menino resolveram submetê-lo a uma forma alternativa de tratamento, que custou à sua família mais de 200 mil libras (cerca de R$ 600 mil). O resultado foi extraordinário: dos 11 tumores, 10 desapareceram, segundo reportagem da BBC.
Connah conseguiu combater 10 de seus 11 tumores | Foto: Reprodução Internet
A avó de Connah, Debbie Broom, explicou que depois que a quimioterapia e outros tratamentos tradicionais não apresentaram resultado, a família começou a procurar uma outra maneira de curar o neuroblastoma, um tipo de câncer que afeta cerca de 80 crianças na Grã-Bretanha a cada ano.
Em 2007 eles ouviram falar de uma clínica privada no México que oferecia um tratamento chamado terapia fotodinâmica (PDT).
De futebol e ginástica
O tratamento utiliza laser ou outras fontes de luz, combinadas com uma droga que reage à luz (chamado de agente de fotossensibilização), para destruir células cancerosas. Connah passou por uma temporada de duas semanas de terapia, no México, uma vez que o tratamento não estava disponível para ele no Reino Unido.
Menino se submete ao tratamento durante quatro noites por semana | Foto: Reprodução Internet
Depois dessa fase, o menino continuou com o tratamento na Grã-Bretanha, onde vive com os avós e o pai.
Agora, após quatro anos de tratamento, a avó do menino diz que os 10 tumores secundários do neto desapareceram.
"Nós estamos lutando com Connah", ela disse. "E ele está fazendo um sucesso estrondoso."
Connah ainda tem o tumor primário em seu abdômen e quatro noites por semana é submetido a duas horas de tratamento. Sua avó acredita que a terapia, combinada com uma dieta orgânica, é a razão Connah estar se curando do câncer.
Fonte: site: o dia
Casey Heynes, 15 anos, foi comparado a astro de 'Street fighter II'. Australiano virou personagem em jogo de luta livre.
Do G1, em São Paulo
Casey Haynes, em entrevista ao canal de TV
australiano Channel Nine (Foto: Reprodução)
Após o vídeo em que o adolescente australiano Casey Heynes se defende
das agressões de um colega, utilizando um golpe similar ao visto no game
de luta "Street Fighter" e se tornar um sucesso na internet no combate
contra o "bullying", outro vídeo com a entrevista do jovem para uma emissora de TV australiana se torna um dos mais vistos e comentados na web.
Heynes, de 15 anos, deu entrevista para o programa "A Current Affair",
do Channel Nine, e conta que é vítima de ofensas e agressões dos colegas
há mais de três anos. "Me chamavam de gordo e davam tapas na minha
nuca", conta o adolescente na entrevista. Versões deste vídeo já
aparecem legendadas, trabalho feitos por usuários do site de vídeos
YouTube.
No momento mais dramático da entrevista, Casey Heynes diz que pensou em
suicídio por conta do bullying. Falando sobre o vídeo popular, ele diz
que pensou nos três anos de ofensas e na raiva acumulada, e decidiu se
defender como pôde.
Como o golpe de Haynes é similar ao famoso "pilão" do personagem
Zangief, da série de games de luta "Street Fighter", diversos vídeos na
internet imitam uma batalha do game. Além disso, um vídeo mostra o jovem
se transformando do "Hulk". Em outra, ele se transforma em lutador de luta livre e golpeia o adversário em um ringue.
Além dos vídeos, o jovem herói ganhou comunidades no Facebook e possui mais de 200 mil fãs.
Casey heynes vira personagem de jogo de luta livre (Foto: Reprodução)
Rapaz foi agredido após ter dançado bêbado com menor em Ayacucho.
Ele acordou na sarjeta e sem o órgão sexual, que não será reimplantado.
Agência EFE
foto: Reprodução/Perú21
Jhonatan Medina foi socorrido por uma ambulância após ter o pênis mutilado
Um
homem de 20 anos teve o pênis mutilado durante o feriado de Carnaval na
região peruana de Ayacucho, no sul do país, aparentemente em um ato de
vingança por ter dançado com uma jovem menor de idade, informou nesta
quinta-feira o jornal "Peru.21".
Conforme relatou ao jornal a
própria vítima, Jhonatan Medina, o incidente ocorreu após as festas de
Carnaval, quando ele chegou com vários amigos a uma cantina de Masinga,
duas horas e meia de Humanga, capital de Ayacucho.
Na cantina,
Medina ingeriu bebida alcoolica e logo após dançou com sua prima,
provocando ciúmes no marido dela. A situação piorou quando ele dançou
com a irmã menor do cunhado, que recriminou sua atitude.
"Depois
disso continuei tomando e perdi a consciência. Ao acordar, estava
debaixo de uma ponte, banhado de sangue e sem meu pênis, mas felizmente
meus familiares cuidaram de mim", relatou Medina.
A mãe da vítima o levou a um centro médico próximo, de onde foi levado ao hospital regional de Ayacucho.
Enquanto isso, outro grupo de parentes voltaram até o local e, após uma longa busca, acharam o pênis do jovem.
No
entanto, os médicos explicaram que, como já tinha passado 11 horas
desde a mutilação, o órgão sexual não podia ser reimplantado.
"Já
estabilizou-se a hemorragia produzida pelo corte, que também afetou
parte do escroto, mas não será possível reconstruir seu órgão
reprodutor", informou o médico Fredy Muñaqui, que acrescentou que após
sua recuperação, Medina requereria de tratamento psicológico.
De
acordo com as primeiras investigações policiais, o corte do membro teria
sido realizado com uma lâmina afiada, enquanto as autoridades já
começaram uma investigação para encontrar os culpados.
São Pulo-Os atores Javier Bardem e Josh Brolin se beijaram na boca durante a transmissão do Oscar, no domingo (27).
Os dois subiram ao palco juntos para apresentar os prêmios de melhor roteiro adaptado e melhor roteiro original.
Colegas de trabalho em "Onde os Fracos Não Têm Vez", eles decidiram demonstrar a amizade com um "selinho" em público.
O beijo, no entanto, foi cortado pelo rede norte-americana ABC, que retransmitiu a cerimônia para todo o mundo.
Segundo o jornal espanhol "El País", o corte foi possível porque a transmissão ocorreu com sete segundos de retardo.
Na hora em que os atores encostaram os lábios um no outro a imagem
mostrada foi a de Penélope Cruz, mulher de Bardem, na plateia.
O fato foi denunciado por um telespectador ao site After Elton.
A emissora ainda não comentou o corte.
Mark J. Terrill/AP
Josh Brolin (esq.) e Javier Bardem se beijam durante a cerimônia de entrega do Oscar, na madrugada de domingo para segunda
As autoridades da Indonésia aumentaram neste domingo para 304 o
número de pessoas mortas desde que há um mês o vulcão Merapi entrou em
erupção na ilha de Java. Nas últimas horas foram encontrados
vários corpos cobertos de cinza, e outras vítimas pereceram no hospital
por queimaduras e doenças respiratórias, informou o Centro Nacional de
Gestão de Desastres.
Fontes oficiais também assinalaram que
neste momento, a atividade do Merapi se reduziu a um nível que já não
representa uma ameaça para a segurança das pessoas que antes viviam ao
redor da cratera.
Cerca da metade dos 400 mil deslocados pela
erupção já puderam retornar a suas casas, embora os imóveis mais
próximos ao vulcão estejam totalmente queimados e esses desabrigados
terão que esperar para reconstruir seus lares.
fonte: http://noticias.terra.com.br/noticias/
O resgate dos 29 mineiros presos na Nova Zelândia continua
paralisado neste domingo por causa de um incêndio subterrâneo, depois
que as análises do gás confirmaram que não é seguro entrar na mina,
informaram fontes oficiais. "As mostras que analisamos indicam que
há uma espécie de aquecimento sob terra, algum tipo de combustão com os
gases", disse Peter Whittall, executivo-chefe da empresa proprietária
Pike River.
Whittall acrescentou que ainda não é seguro enviar
as equipes de salvamento, enquanto o responsável da Polícia, Gary
Knowles, afirmou que ainda têm esperança de que os mineiros estejam
vivos.
Os 29 trabalhadores continuam incomunicáveis e não
comem há 48 horas, quando aconteceu a forte explosão que causou o
acidente, mas têm água e provavelmente se encontrem dentro de algum dos
túneis aos quais se está bombeando ar fresco desde a superfície.
veja mais noticías de notícias emnoticias.terra.com.br/noticias
Após a inauguração de um comité em Minas, Dilma é entrevistada por um jornalista local. Veja:
como a senhora vê o crescimento da sua candidatura nas pesquisas?
O povo brasileiro sabe escolher, é a continuidade do governo Lula, e após as eleições nós vamos dessarmar o palanque e estender os braços aos nossos adversários, o candidato Serra está convidado a participar do meu governo, porque nesta eleição
nem mesmo Cristo querendo, me tira essa vitória, as pesquisas comprovam o que eu estou dizendo, vou ganhar no primeiro turno.
Parece que está caindo a imagem de boa moça e aparecendo quem realmente é a Dilma Roussef.
"O Povo Brasileiro estará cometendo um grande erro elegendo Dilma presidente e vão sofrer."
Poucos minutos após a entrevista, já tinha caido na internet, twitter.... e ela disse ter sido mal interpretada e que a frase não foi essa, porém alguns mineiros já repudiam a candidata e o quadro eleitoral começa a dar uma reviravolta, em Minas a petista estava a frente de José Serra e agora Serra já ultrapassou com uma vantagem de 5 pontos, tanto que Aécio Neves já está aparecendo na TV pedindo aos mineiros o apoio unanime a Serra.
IMPORTANTE: a Dilma já está até sentando na cadeira presidencial, dá pra acreditar.
Vamos passar adiante, passe para o maior número de contatos possiveis, o Brasil precisa saber disso.
Flash das máquinas pode ter deixado lingerie em evidência Foto: Philippe Lima /AgNews
A atriz Luiza Mariani escolheu a lingerie errada ou queria mesmo causar com seu vestido transparente na pré-estreia do filme Como Esquecer, na noite de quinta-feira (30), no Festival do Rio.
O vestido preto usado por ela deixou à mostra a calcinha branca e o sutiã preto.
O ator Russell Brand está apostando todas as fichas em sua autobriografia Booky Wook 2: This Time It's Personal:
para promover o lançamento do livro, o noivo de Katy Perry posou
totalmente nu e postou a foto no Twitter nesta quarta-feira (29).
Apenas com a obra cobrindo as partes íntimas, o artista aparece
comendo uma banana no maior bom humor. Em sua página na rede de
microblogs, ele escreveu "Literatura Erótica?" ao publicar a imagem.
Show será realizado no Madison Square Garden, em Nova York
No Fantástico deste domingo, dia 5, às 20h45, a correspondente Giuliana Morrone mostra como está a preparação de Ivete Sangalo para a gravação do seu primeiro DVD internacional no Madson Square Garden, em Nova York, nos Estados Unidos. O lugar escolhido para a entrevista foi o Empire State Building, ponto turístico que a cantora ainda não conhecia.
Giuliana Morrone, Ivete Sangalo e a equipe do Fantástico na cobertura do Empire State Building, em Nova Iorque (Foto: Divulgação)
Com os ingressos já esgotados para a apresentação, Ivete não esconde a euforia.
- Sair do Brasil e lotar o Madison é tiração de onda demais! - disse a cantora, na cobertura do prédio, a 320 metros de altura.
A equipe do Fantástico acompanhou ainda o último ensaio antes da estreia, que foi neste sábado, dia 4. Diversos artistas nacionais e internacionais participarão do seu DVD, entre eles Seu Jorge e Nelly Furtado.
A Rede Globo exibe o Fantástico, logo após o Domingão do Faustão.
Por Alesandra Menegatti, da Agência Estado, estadao.com.br, Atualizado: 3/9/2010 20:08
Levantamento da Caixa Econômica Federal (CEF) desta sexta-feira, 3, estima que aproximadamente 90 milhões de apostas sejam feitas até este sábado, 4, quando será sorteado o prêmio de R$ 85 milhões, o maior neste ano e o segundo maior da história da loteria, atrás apenas do Mega-Sena da Virada, de 31 de dezembro de 2009, que chegou a R$ 144,9 milhões.
No concurso anterior, de número 1210, foram registradas um pouco mais de 62 milhões de apostas em todo o País. Por conta do alto número de apostas, o valor estimado do prêmio também poderá subir, de acordo com a CEF.
O sorteio do concurso 1211 acontecerá a partir das 20 horas (horário de Brasília), direto do Caminhão da Sorte da Caixa Econômica Federal, que continua em Santa Rosa de Viterbo, no interior de São Paulo, com transmissão ao vivo pela Rede Bandeirantes de Televisão. As apostas podem ser feitas até uma hora antes do sorteio e custam a partir de R$ 2,00.
Ernesto Paglia ficou sem áudio no "Jornal Nacional" --e pela segunda vez. Anteontem, o som caiu quando o repórter falaria dentro do quadro "JN no Ar".
Na segunda-feira, problema técnico também impediu a entrada ao vivo. E a tentativa de conserto, por telefone, também falhou. A ligação caiu.
E anteontem, noite do segundo erro, Bonner escreveu no Twitter: "+1 dia assim e a Globo vai precisar de alguém pro lugar do tio. Tô velhinho demais pra essa adrenalina. Quero uma quarta menos emocionante".
A informação é da coluna Outro Canal, assinada porAudrey Furlanetoe publicada na Folha desta quinta-feira (3)